quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Lourenço e Euzébio Oliveira

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terça-feira, 27 de outubro de 2009

Peça de Teatro “Cultura Vida ou Morte” será apresentada em Condeúba - BA

Duas apresentações da Peça de Teatro “Cultura Vida ou Morte” na Cidade de Condeúba nos dias 06 e 20 de dezembro. O espetáculo foi a ganhador do 1º Festival de Teatro do Sudoeste Baiano em Jequié. A peça de teatro tem como protagonistas a atriz Thayara Oliveira e os atores Murilo Donato, Jornando Bleg Euzébio Oliveira.

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segunda-feira, 26 de outubro de 2009

CRAS realizou passeio com Grupo de Idosos e Euzébio foi o convidado para apresentar Show com Causo, Poesia e Musica.

Euzébio Oliveira apresentou neste final de semana no passeio do Grupo de Idosos realizado pelo Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) na Fazenda São José neste domingo (25.10)
Veja todas as Fotos do Evento no Link: www.tvbleg.com/fotos_ver.php?cod=82

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quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Euzébio Oliveira é um colaborador do PROJETO PROSAS, CAUSOS E VERSOS? EU TOPO!

O PROJETO, PROSAS, CAUSOS E VERSOS? do EJA (Educação de Jovens e Adultos) cordenado po Gilberto Chagas, que tem o objetivo de incentivar a interação do educando com o programa, bem como atender as finalidades pedagógicas específicas da educação de jovens e adultos.Dessa forma, o projeto visa a valorização do conhecimento construído coletivamente entre os envolvidos no processo ensino-aprendizagem por meio da produção literária de prosas, causos e versos e sua socialização através da difusão e distribuição do material produzido.


Alguns artistas acham que fazer sucesso é aparecer constantemente nos meios de comunicação de massa.
Eu digo que é conseguir mexer com o sentimento e o coração das pessoas em qualquer lugar que você se apresente.
Hoje sou um “ARTISTA” realizado. Conseguindo levar um pouco do meu trabalho nas escolas de meu município. Apesar de algumas pessoas não considerarem que, o que eu faço tem valor. Sinto-me muito bem recompensado, quando percebo o brilho e a satisfação nos olhos das pessoas que param para ouvir e sentir as minhas poesias e pra quem tento cantar algumas cantigas.


“Quanto mais próximo da arte mais fácil de tocar em DEUS”.

.EUZÉBIO OLIVEIRA

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sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Euzébio Oliveira participou da abertura do I Seminário de Educação Ambiental de Barra do Choça


O poeta Euzébio de Oliveira apresentou um causo e uma musica na abertura do I Seminário de Educação Ambiental de Barra do Choça que acontece nos dia 15 e 16 de outubro. O principal objetivo do evento é promover, através da Educação Ambiental, a sensibilização e a discussão da importância da mata ciliar para a preservação e a conservação da biodiversidade e dos solos, bem como da qualidade dos recursos hídricos em nível local, regional e mundial. A apresentação tanto do causo (Deus) como da musica tenta sensibilizar as pessoas da importância da preservação ambienta. Euzébio também fez animação do coquetel de abertura do seminário com um show de musicas regional.

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quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Patativa do Assaré o poeta do sertão (100 anos)

Patativa do Assaré inventou uma linguagem e um estilo literário próprios e criou um dialeto linguístico de raízes predominantementes sertanejas, ligadas à oralidade e ao cancioneiro, lembrando, neste ponto, a constituição da língua brasileira, fundada por José de Alencar. E nisto, com certeza, reside a genialidade múltipla e singular da sua produção artesanal.

Patativa é, a seu turno, a encarnação viva do sertão, a palavra enquanto instrumento de denúncia, a significação sinfônica do silêncio, a oralidade que mapeia e ordena a literatura e a gramática que se fazem, por fim, transmutadas ao campo da escrita.Conta o poeta Patativa que, aos oito anos, ouvindo a melodia e o gorgeio dos pássaros, despertou definitivamente para os grandes sentidos da palavra e da sua existência no mundo, pois que a natureza possui uma lei eterna e infalível e que aos deuses e poetas é facultada a criação enquanto princípio de interpretação de todas as coisas existentes.

Dois Quadros

Na seca inclemente do nosso Nordeste, O sol é mais quente e o céu mais azul E o povo se achando sem pão e sem veste, Viaja à procura das terra do Sul.
De nuvem no espaço, não há um farrapo, Se acaba a esperança da gente roceira, Na mesma lagoa da festa do sapo, Agita-se o vento levando a poeira.
A grama no campo não nasce, não cresce: Outrora este campo tão verde e tão rico, Agora é tão quente que até nos parece Um forno queimando madeira de angico.
Na copa redonda de algum juazeiro A aguda cigarra seu canto desata E a linda araponga que chamam Ferreiro, Martela o seu ferro por dentro da mata.
O dia desponta mostrando-se ingrato, Um manto de cinza por cima da serra E o sol do Nordeste nos mostra o retrato De um bolo de sangue nascendo da terra.
Porém, quando chove, tudo é riso e festa, O campo e a floresta prometem fartura, Escutam-se as notas agudas e graves Do canto das aves louvando a natura.
Alegre esvoaça e gargalha o jacu, Apita o nambu e geme a juriti E a brisa farfalha por entre as verduras, Beijando os primores do meu Cariri.
De noite notamos as graças eternas Nas lindas lanternas de mil vagalumes. Na copa da mata os ramos embalam E as flores exalam suaves perfumes.
Se o dia desponta, que doce harmonia! A gente aprecia o mais belo compasso. Além do balido das mansas ovelhas, Enxames de abelhas zumbindo no espaço.
E o forte caboclo da sua palhoça, No rumo da roça, de marcha apressada Vai cheio de vida sorrindo, contente, Lançar a semente na terra molhada.
Das mãos deste bravo caboclo roceiro Fiel, prazenteiro, modesto e feliz, É que o ouro branco sai para o processo Fazer o progresso de nosso país.

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sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Poema do livro “os nossos pensamentos dos outros” de Euzébio Oliveira e Marcelo Lima

Meu chão


Não sou poeta, mas queria ser para poder brilhantemente traduzir com palavras todo meu sentimento, todo prazer e todo amor que sinto pela minha terra.


Oh! Minha terra de jeitos suavizais de ruas tranqüilas e gente bonita, eu não seria feliz se o teu ar não pudesse respirar, se o teu chão eu não pudesse pisar, se teus rios eu não pudesse me banhar.


Ah! Minha terra querida, quero viver ainda muitos anos para poder ver de perto o teu desenvolvimento, o teu crescimento e se Deus permitir ser um pequeno pedaço da tua grande historia, quero ainda acordar de manhã e encher os meus pulmões com o teu ar puro e saudável, quero te ver forte, pulsante, quero te ver produzir mais e mais. E quando eu não poder mais estar do teu lado, quando chegar minha hora, quando Deus me chamar, eu quero ainda estar aqui, para aqui ser enterrado e meu corpo sirva de adubo alimentar este chão fértil, e que minha alma seja uma estrela brilhante sob o céu da minha terra amada.

Euzébio de Oliveira

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